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Gestão fiscal: como ter melhores resultados

Não é segredo para ninguém que o Brasil possui uma das mais complexas legislações tributárias do mundo. Por isso, é de extrema importância que todas as empresas, independentemente de seu porte, adotem boas práticas fiscais.

Ainda é comum que empreendimentos – que poderiam pagar menos tributos optando pelo Simples Nacional – acabem arcando com mais impostos do que o necessário, optando por outros regimes de tributação. Mais do que isso, não dar o devido valor a essa questão pode causar sérios problemas legais para o negócio. Será que sua empresa realiza uma boa gestão fiscal? Confira algumas dicas para conseguir melhores resultados:

Planejamento e organização

A gestão fiscal nada mais é do que o conjunto de práticas adotadas por uma empresa para gerir suas obrigações tributárias. Essas práticas visam acompanhar as transações em que incidem impostos, calcular e organizar as alíquotas devidas por essas transações, sempre de acordo com a legislação tributária vigente.

Uma gestão fiscal eficiente é importante para evitar duas situações opostas, mas igualmente danosas para o negócio: a empresa pagar mais tributos do que deveria ou, em alguns casos, menos impostos – situação que pode gerar inúmeras complicações para a empresa.

Duas palavras são chave para entender como ter melhores resultados na gestão fiscal: planejamento e organização. É importante manter um acompanhamento constante do quanto a empresa deverá guardar para arcar com os tributos ao final do ano, buscando compreender qual e como será o impacto desse ônus para o caixa do negócio.

Manter uma boa organização, com um bom gerenciamento das notas fiscais emitidas, também é relevante. Esse aspecto ainda é negligenciado por muitos empreendedores. Apesar das notas fiscais serem aparentemente simples, um bom gerenciamento das notas é um ponto de partida para buscar uma melhor gestão fiscal. É por meio delas que a empresa saberá quanto deverá pagar de impostos pelas transações comerciais que realizou, além de permitirem maior eficiência em processos diversos, como o controle de estoque.

Regime tributário

Outro ponto importante para uma gestão fiscal eficiente, é a escolha do regime de tributação. Uma escolha errada pode implicar em maior pagamento de impostos de forma desnecessária. Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real são os regimes atualmente vigentes no Brasil, e a opção por qualquer um deles passa, entre outros fatores, especialmente pelo faturamento anual do negócio. Além de saber qual o regime tributário mais adequado, a empresa também deve se atentar aos benefícios fiscais, que nada mais são do que isenções ou reduções nas alíquotas de impostos para estimular as atividades de um determinado setor. Para isso, é importante estar sempre atento, não apenas ao que diz à legislação federal, mas também estadual e municipal – já que estados e municípios também podem conceder esses benefícios.

Para conseguir alinhar planejamento e organização visando uma gestão fiscal com melhores resultados, a tecnologia deve ser uma grande aliada. Embora muitas empresas ainda apostem no velho caderninho ou em extensas planilhas de Excel, há opções mais eficientes no mercado, como os sistemas de automação. Eles garantem melhor acompanhamento e controle, não apenas das questões fiscais, mas da empresa como um todo, ao integrar todos os setores em um único sistema.

A automação garante que todos os documentos da empresa possam ser acessados digitalmente, facilitando o cruzamento de dados, evitando erros contábeis que poderiam gerar prejuízos financeiros para a empresa e elevando a produtividade do negócio.

Gálago

O Gálago possui experiência de mais de duas décadas em sistemas de gestão, oferecendo o mais completo sistema de automação comercial do mercado. Com o Gálago, sua empresa irá conseguir automatizar processos como a emissão e o gerenciamento de notas fiscais, saberá aplicar margens corretas, ponto de equilíbrio, posições financeiras e terá mais de 150 relatórios gerenciais que auxiliam a tomada de decisões. Saiba mais sobre o Gálago.